Meus

ATENDIMENTOS

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Foco total em consultas médicas particulares na especialidade de Psiquiatria.

Prazer em compartilhar intensivamente conhecimento, para que os clientes (pacientes e acompanhantes) desenvolvam a capacidade de compreender a fundamentação e o sentido do diagnóstico e tratamento.

Nossa clínica procura dar um toque de requinte e elegância ao incansável ideal de entregar consultas médicas de altíssimo nível em Psiquiatria Clínica de base biológica e Psicofarmacologia para adultos e idosos.

Essa é nossa meta. Sabemos que é impossível atingi-la sem muito empenho e persistência.

Em sua trajetória, o Dr. Petrus Raulino conta com:

– Experiência sólida em atendimento particular. Mais de 1.500 pacientes particulares atendidos em seu consultório privado.

– Experiência sólida em atendimentos psiquiátricos com questões médicas complexas. Mais de 800 interconsultas psiquiátricas realizadas em hospital geral (análogas a atendimentos particulares, mas em pronto-socorro, enfermarias ou UTI’s de hospital geral).

– Mais de 15 anos de experiência em Psiquiatria.

– Mais de 20 anos de experiência em Medicina.

O uso de e-mails e redes sociais não tem as características de uma consulta médica. A interação por esses meios não tem o tempo dedicado e a mesma riqueza de detalhes de uma consulta médica.

Portanto, não devem ser considerados meios para a prática da Medicina, embora sejam ferramentas úteis.

Nas consultas médicas, o contato com o(a) paciente é direto, individual e em profundidade.

Diferente disso, o uso de e-mails e a atuação nas redes sociais são atividades de contato com muitas pessoas ao mesmo tempo. Especialmente para profissionais de referência.

Por isso, para o uso de e-mails e redes sociais, o Dr. Petrus Raulino mantém uma equipe de extrema confiança para dar-lhe suporte na linha de frente dessas atividades. Muitas vezes, é uma pessoa dessa equipe, e não o Dr. Petrus Raulino, que irá responder às interações por esses meios.

Essa equipe é supervisionada diretamente por ele, sempre seguindo as orientações do Dr. e respeitando as regras de sigilo e privacidade. Mas de forma alguma a comunicação por e-mails e redes sociais substitui consultas médicas.

Assim o Dr. Petrus Raulino libera seu tempo para fazer o que faz de melhor: dedicar-se às consultas médicas e atualizar-se continuamente em sua expertise.

Conduta sobre receitas médicas:

O Dr. Petrus Raulino, enquanto médico psiquiatra, é um profissional do conhecimento. Sua entrega é o conhecimento através da consulta médica. Seu vínculo com os pacientes dá-se pelo conhecimento, não pela receita médica. A maioria dos pacientes compreende isso.

Como conduta geral, o Dr. Petrus Raulino não faz receitas fora de consultas médicas.

Para emitir uma receita, o médico deve atualizar a balança de benefícios versus efeitos colaterais da medicação, bem como o cronograma de tratamento, e fornecer orientações. A consulta médica é o “espaço” adequado para atender a esses objetivos.

Ou seja, a receita médica necessariamente deve ter “lastro” no conhecimento validado em consulta atualizada. A receita médica deve ser entendida como uma consequência da consulta, não como um fim em si mesmo.

Toda receita emitida é programada para um tempo específico até a consulta de reavaliação.

O prazo para reavaliação em consulta médica é definido no final de cada consulta. Nesse momento, o(a) cliente (paciente ou acompanhante) deve se manifestar se tiver uma demanda diferente do prazo estipulado. Assim é possível esclarecer dúvidas sobre o prazo.

O Dr. também não pode fazer receitas através de pedidos telefônicos, pois tais pedidos são análogos à automedicação (por serem unilaterais e não terem passado pelo processo de validação em consulta médica para ajuste ou manutenção do uso do medicamento).

Pedir renovação de receita sem consulta é ruim para o(a) paciente e para o médico.

Para o(a) paciente, é flertar com a automedicação. As pessoas que pedem renovação automática de receitas sem consulta, muitas vezes pela comodidade de um pedido telefônico, parecem ignorar que os remédios podem ser os responsáveis por mortes ou complicações graves, especialmente se indevidamente tomados por automedicação.

A automedicação está associada a uma ideia de praticidade, rapidez e “autocuidado”, o que pode ser, muitas vezes, perigoso. A ingestão de um medicamento pressupõe um diagnóstico clínico que é estritamente da alçada do médico. Caso contrário, pode desencadear uma série de problemas, como o agravamento de doenças pré-existentes ou interação com outros medicamentos, provocando efeitos colaterais muitas vezes desastrosos.

Para o médico, a prática de aviar receita sem consulta é vedada por seu Código de Ética Médica, que proíbe o profissional médico de prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do(a) paciente. O profissional que assim proceder pode ser obrigado a responder por infração ética junto ao conselho.

A prática de aviar receitas sem exame direto do(a) paciente pode colocar a vida do(a) paciente em risco. Tanto que o próprio Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) a condena. “O perigo de receitar medicamentos sem avaliar o(a) paciente é elevar as complicações do quadro. Embora aparentemente simples, o ato de trocar a receita [emitir nova receita] supõe que o médico concorda com [a continuidade de] sua indicação. Se a pessoa apresentar complicações em virtude de determinado procedimento, o profissional [que emitiu a receita sem avaliar o(a) paciente] é [o principal] responsável pela prescrição”, disse Antônio Augusto Dall’Agnol Modesto, membro da Câmara Técnica de Medicina de Família do Cremesp, em um artigo assinado sobre bioética. E ele vai além: “Fazer com que os médicos se limitem a trocar receitas [emitir receita] e pedidos de exames sem a digna avaliação do paciente, além de antiético, também não é a conduta adequada”.

O próprio Código de Ética Médica estabelece que “é vedado ao médico prescrever tratamentos e outros procedimentos sem exame direto do paciente” (2020, p. 28, artigo 37). Portanto, destaca o valor da consulta médica presencial para a adequada segurança do tratamento.

O Código de Ética Médica também reforça que “é vedado ao médico expedir documento médico sem ter praticado ato profissional que o justifique” (2020, p. 37, artigo 80).

Por tudo isso, o Dr. Petrus Raulino não faz receitas fora de consultas médicas.

Devido ao estado de emergência global em razão da pandemia de Covid-19, o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria reconheceram a prática da Telemedicina em caráter de excepcionalidade e enquanto durar a batalha de combate ao contágio da Covid-19.

Telemedicina é o exercício da medicina através de atendimento médico interativo de forma remota por tecnologias em grande parte baseadas na internet.

A Telemedicina voltada para a Psiquiatria, também chamada de Telepsiquiatria, é uma prática viável e que está excepcionalmente aprovada como estratégia de atendimento aos pacientes e a seus familiares durante a pandemia.

A Telemedicina (incluindo a Telepsiquiatria) ocorre através de videoconferências, telefone ou aplicativos de celular. Deve-se ter o mesmo grau de privacidade e confidencialidade que as consultas médicas presenciais. Mas os clientes (pacientes e acompanhantes) devem ter ciência das limitações e dos riscos relacionados ao universo computacional e da internet.

O atendimento em Telepsiquiatria não é obrigatório, mas sim facultativo ao médico psiquiatra – se este considerar que há segurança à pessoa que passará por esse tipo de atendimento – e às pessoas que se sentirem confortáveis e ajudadas por essa modalidade de atendimento.

Para o atendimento remoto (consultas à distância ou online), os clientes (pacientes e acompanhantes) devem estar cientes de que:

– o atendimento à distância possui limitações, tal como a impossibilidade de um exame físico completo, embora seja possível realizar a inspeção;

– a consulta online é pontual (estritamente delimitado) e não garante o direito ao atendimento por tempo indeterminado ou à disposição do médico em outros horários não acordados previamente por qualquer meio;

– a consulta online é para um indivíduo, que deve estar em local silencioso e que permita a confidencialidade dessa consulta;

– o(a) cliente (paciente ou acompanhante) não poderá fazer uso da imagem ou do áudio dessa consulta sem a autorização expressa do médico;

– para o bom aproveitamento e análise pelo médico, o(a) cliente (paciente ou acompanhante) deve informar TODOS os dados possíveis, NÃO omitindo nenhuma informação acerca de seus sinais e sintomas;

– a precisão das informações fornecidas pelo(a) cliente (paciente ou acompanhante) se faz necessária em virtude da ausência de avaliação clínica presencial pelo médico;

– o(a) paciente pode ser convidado(a) a fazer fotos de partes do seu corpo, a depender da queixa, e as imagens serão arquivadas em seu prontuário (por exemplo em caso de reação adversa cutânea por uso de medicação prescrita pelo psiquiatra);

– poderá ser necessária a complementação com exames para um melhor diagnóstico;

– o(a) paciente poderá ser encaminhado(a), segundo a avaliação do médico, para um serviço de saúde;

– poderá haver qualquer impossibilidade técnica para a realização da consulta, tal como a instabilidade da conexão de internet, concordando desde já com a imediata remarcação, em dia e horários acordados por ambas as partes;

– a utilização de e-mail ou SMS como forma de comunicação e remessa de informação poderá ser necessária e o(a) cliente (paciente ou acompanhante) deve precaver-se contra as vulnerabilidades do sistema de eleição quanto ao sigilo da informação, e deve estar ciente de tais vulnerabilidades, assumindo os riscos decorrentes;

– a entrega de material físico referente a solicitação de exames, relatórios ou atestados médicos a portador autorizado pelo(a) cliente (paciente ou responsável legal) poderá se fazer necessária, observando-se, a necessidade de proteção de todas as informações, consoante as diretrizes da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e outros regulamentos legais e éticos;

– em caso de haver a necessidade de prescrição de alguns medicamentos controlados, não será possível o envio pela via eletrônica, em razão de determinação específica da ANVISA sobre essa matéria.